FEM é uma família católica numerosa constituída por um casal - cuja união assenta num pilar com mais de 20 anos - e seus filhos. Projectaram como serviço aos outros a partilha dos valores da família. No seu entendimento e apoiados na vivência conjugal e cristã, em palestras e leituras sobre a temática familiar, é imperativo pensar a Família. Urge transmitir valores. Que o blogue Família em Movimento seja veículo de comunicação e edificação. Família Cavaco.
sábado, 13 de maio de 2017
Francisco e Jacinta são Santos
Homilia do Santo Padre, o Papa Francisco
(fonte: acidigital)
«Apareceu no Céu (…) uma mulher revestida de
sol»: atesta o vidente de Patmos no Apocalipse (12, 1), anotando ainda que ela
«estava para ser mãe». Depois ouvimos, no Evangelho, Jesus dizer ao discípulo:
«Eis a tua Mãe» (Jo 19, 26-27). Temos Mãe!
Uma «Senhora tão bonita»: comentavam entre si os videntes de Fátima a caminho de casa, naquele abençoado dia treze de maio de há cem anos atrás. E, à noite, a Jacinta não se conteve e desvendou o segredo à mãe: «Hoje vi Nossa Senhora». Tinham visto a Mãe do Céu. Pela esteira que seguiam os seus olhos, se alongou o olhar de muitos, mas… estes não A viram.
A Virgem Mãe não veio aqui, para que A víssemos; para isso teremos a eternidade inteira, naturalmente se formos para o Céu.
Uma «Senhora tão bonita»: comentavam entre si os videntes de Fátima a caminho de casa, naquele abençoado dia treze de maio de há cem anos atrás. E, à noite, a Jacinta não se conteve e desvendou o segredo à mãe: «Hoje vi Nossa Senhora». Tinham visto a Mãe do Céu. Pela esteira que seguiam os seus olhos, se alongou o olhar de muitos, mas… estes não A viram.
A Virgem Mãe não veio aqui, para que A víssemos; para isso teremos a eternidade inteira, naturalmente se formos para o Céu.
Mas Ela, antevendo e
advertindo-nos para o risco do Inferno onde leva a vida –
tantas vezes proposta e imposta – sem-Deus e profanando Deus nas suas
criaturas, veio lembrar-nos a Luz de Deus que nos habita e cobre, pois, como
ouvíamos na Primeira Leitura, «o filho foi levado para junto de Deus» (Ap 12,
5). E, no dizer de Lúcia, os três privilegiados ficavam dentro da Luz de Deus
que irradiava de Nossa Senhora. Envolvia-os no manto de Luz que Deus Lhe dera.
No crer e sentir de muitos peregrinos, se não mesmo de todos, Fátima é
sobretudo este manto de Luz que nos cobre, aqui como em qualquer outro lugar da
Terra quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe para Lhe pedir, como
ensina a Salve Rainha, «mostrai-nos Jesus».
Queridos peregrinos, temos Mãe. Agarrados a Ela como filhos, vivamos da
esperança que assenta em Jesus, pois, como ouvíamos na Segunda Leitura,
«aqueles que recebem com abundância a graça e o dom da justiça reinarão na vida
por meio de um só, Jesus Cristo» (Rm 5, 17). Quando Jesus subiu ao Céu, levou
para junto do Pai celeste a humanidade – a nossa humanidade – que tinha
assumido no seio da Virgem Mãe, e nunca mais a largará. Como uma âncora,
fundeemos a nossa esperança nessa humanidade colocada nos Céus à direita do Pai
(cf. Ef 2, 6). Seja esta esperança a alavanca da vida de todos nós! Uma
esperança que nos sustente sempre, até ao último respiro.
Com esta esperança, nos congregamos aqui para agradecer as bênçãos sem
conta que o Céu concedeu nestes cem anos, passados sob o referido manto de Luz
que Nossa Senhora, a partir deste esperançoso Portugal, estendeu sobre os
quatro cantos da Terra. Como exemplo, temos diante dos olhos São Francisco
Marto e Santa Jacinta, a quem a Virgem Maria introduziu no mar imenso da Luz de Deus e aí os levou a
adorá-Lo. Daqui lhes vinha a força para superar contrariedades e sofrimentos. A
presença divina tornou-se constante nas suas vidas, como se manifesta
claramente na súplica instante pelos pecadores e no desejo permanente de estar
junto a «Jesus Escondido» no Sacrário.
Nas suas Memórias (III, n. 6), a Irmã Lúcia dá a palavra à Jacinta que
beneficiara duma visão: «Não vês tanta estrada, tantos caminhos e campos cheios
de gente, a chorar com fome, e não tem nada para comer? E o Santo Padre numa Igreja,
diante do Imaculado Coração de Maria, a rezar? E tanta gente a rezar com ele?»
Irmãos e irmãs, obrigado por me acompanhardes! Não podia deixar de vir aqui
venerar a Virgem Mãe e confiar-lhe os seus filhos e filhas. Sob o seu manto,
não se perdem; dos seus braços, virá a esperança e a paz que necessitam e que
suplico para todos os meus irmãos no Baptismo e
em humanidade, de modo especial para os doentes e pessoas com deficiência, os
presos e desempregados, os pobres e abandonados. Queridos irmãos, rezamos a
Deus com a esperança de que nos escutem os homens; e dirigimo-nos aos homens
com a certeza de que nos vale Deus.
Pois Ele criou-nos como uma esperança para os
outros, uma esperança real e realizável segundo o estado de vida de cada um. Ao
«pedir» e «exigir» o cumprimento dos nossos deveres de estado (carta da Irmã Lúcia,
28/II/1943), o Céu desencadeia aqui uma verdadeira mobilização geral contra
esta indiferença que nos gela o coração e agrava a miopia do olhar. Não
queiramos ser uma esperança abortada! A vida só pode sobreviver graças à
generosidade de outra vida. «Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer,
fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24): disse e fez o Senhor,
que sempre nos precede. Quando passamos através dalguma cruz, Ele já passou
antes. Assim, não subimos à cruz para encontrar Jesus; mas foi Ele que Se
humilhou e desceu até à cruz para nos encontrar a nós e, em nós, vencer as
trevas do mal e trazer-nos para a Luz.
Sob
a proteção de Maria, sejamos, no mundo, sentinelas da madrugada que sabem
contemplar o verdadeiro rosto de Jesus Salvador, aquele que brilha na Páscoa, e
descobrir novamente o rosto jovem e belo da Igreja, que brilha quando é
missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
Testemunho do Retiro pela mãe
Há muito que não fazia um Retiro espiritual e essa oportunidade foi-me dada agora. Fiz Retiro de 29 de Abril a 1 de maio (uma semana antes do Pai).
O local é lindo e acolhedor, promove o encontro com o Criador.
O privilégio de coabitar na mesma casa que o meu Senhor, tê-Lo ali presencialmente tão perto.
As expectativas eram muitas, mas todas foram superadas. Pois, foi muito melhor do que esperei.
A organização é excelente, assim como os temas que nos incitam à introspecção. Meditações, palestras, Via Sacra, terço,... e em especial poder comungar Jesus todos os dias que lá estive. Fui uma privilegiada!
O cuidado tido com todos os pormenores, o rigor na preparação dos diferentes tempos na Capela, as refeições, a limpeza da casa e a certeza que tudo é feito na perfeição por amor a Deus. Foi belíssimo!
Estes encontros ajudam a encontrarmo-nos.
A dada altura é inevitável perguntar: Queres ser mais uma ou queres ser aquilo que Deus te pede?
Como vivo o meu dia-a-dia?
Tenho presença de Deus no meu dia? Sinto-O como um Deus presente , vivo e que está sempre comigo?
Ajudo a minha Família a conhecer Deus e a reconhecer Deus em mim?
...
As interrogações são inúmeras, mas a todas o Espírito Santo vai dando respostas.
O Retiro é uma oportunidade para fazer silêncio no coração e essencialmente ESCUTAR, estar atenta à Voz do Senhor.
Fiz a leitura espiritual de um livro antigo, de 1997 do Padre Francisco Faus, "A paz na Família". O qual recomendo vivamente. O livro é pequeno, lê-se muito bem e tem uma mensagem edificante para quem se lança na aventura de viver o amor de Deus na Família.
Fiz a leitura espiritual de um livro antigo, de 1997 do Padre Francisco Faus, "A paz na Família". O qual recomendo vivamente. O livro é pequeno, lê-se muito bem e tem uma mensagem edificante para quem se lança na aventura de viver o amor de Deus na Família.
Conheci e revi Senhoras que foram muito afáveis e me fizeram sentir em casa e parte integrante do grupo. A todas o meu muito obrigada!
Cheguei a casa com muitas saudades do Pai e dos filhos, mas cheguei mais forte espiritualmente, com uma energia redobrada, com ideias novas...
Em suma, com o coração cheio.
A certeza revigorada que não quero ser mais uma, mas quero ser aquilo que Deus me pede.
Aqui, no seio da minha Família, quero ser santa.
Que Deus nos acompanhe. Rezem por nós faremos o mesmo por vós.
terça-feira, 9 de maio de 2017
Testemunho do Retiro pelo pai
Tive a graça de estar em Retiro espiritual nestes dias. Iniciei 5ª feira à noite e cessei o meu Retiro ontem, Domingo, a meio da tarde.
O local é sempre o mesmo, pois permite-nos efectivamente “retirar”. Não há barulhos, a casa é grande e cuidada, familiar mesmo, diria, e uma vastidão de jardim, árvores, flores, etc. Ou seja, o local físico permite-nos efectivamente um encontro com o Senhor, um “Tu & Eu” (logo após termos feito na AESE o programa “Tu & Eu”… curiosa a analogia, porque Deus também é Família, verdade?)”.
Acresce, naturalmente, uma Capela muito cuidada, criteriosamente cuidada.
E foi uma graça deitar e acordar com Nosso Senhor. Estive três dias com Ele, a morar na mesma casa. É sem dúvida algo fantástico.
O Retiro foi, como habitual, muito cuidado, bem preparado. Os temas, os tempos, a ordem.
Agradeci ao meu Director e ao Sacerdote pela qualidade deste encontro que, não duvido, produzirá muitos frutos.
Quem tem ideia de que num Retiro se descansa, desengane-se. O Plano de um Retiro como este que fiz é exigente. Mas se não for… de que nos serve? Autogestão nunca foi caminho, verdade?
Quando falo em exigência, recordo horários de levantar e deitar (apagar as luzes, em rigor), Santa Missa, várias Meditações, Leituras, Palestras, Via Sacra, Visita ao Santíssimo, Terço, conversa com o Sacerdote que inclui, naturalmente a confissão, Regina Coeli, Bênção do Santíssimo, Exame, leitura de livros (opcional, naturalmente. Foram colocados vários à escolha. Escolhi ler Viver a Missa de Mons. Javier Echevarría e fiquei na página 43. É fabuloso! Vou comprar porque muito edifica. E recomendo-vos vivamente!).
Isto genericamente. Depois, cada “actividade” tem um conteúdo riquíssimo que procurai captar, anotar, escrever. Tive mais trabalho, bem sei. Mas o escrever dá-me a possibilidade de tornar presente, sempre que o queira, o Retiro. Mais, dali saíram propósitos para colocar em prática. E será bom, de quando em quando, fazer um exame sobre como estão os propósitos feitos.
Vim fortalecido, renovado. Animado até. Há muito a fazer. Há muito apostolado a realizar. Há muito a corrigir. Há muito a ordenar. Há muito a fazer, verdade, mas essa busca é o que o Senhor nos pede, que nos santifiquemos, que sejamos santos. Quero lá saber do que dizem ou deixam de dizer. É para o lado que melhor durmo. Quero, isso sim, fazer o que me foi pedido como cristão baptizado.
Quero, de igual modo, viver melhor a mensagem de Fátima, tão focada nestes dias.
Bem sei que a vida nos dá problemas, que pouco ou nada é rosa. Faz parte. Mas é aqui, onde estou, a fazer o que faço, que Deus me quer. Logo, é aqui que tenho de me santificar. Não é difícil. É exigente.
Uma palavra para os amigos que encontrei e outros que reencontrei. Uma família. Foi bom oferecer a Missa por todos e cada um, o Terço no regresso por todos e cada um, e rezar daqui para a frente por todos e cada um.
Uma palavra final para as Senhoras que cuidam das refeições e cuidam da higiene dos quartos individuais, pois fazem parte de um todo, razão pela qual lhes é devido, de igual modo e a par dos demais, um agradecimento. A comidinha é – como sempre, aliás – fabulosa. E eu de dieta…
Eu dou parte do meu testemunho e a minha mulher escreverá o seu. Fizemos Retiro no mesmo local, em semanas diferentes, obviamente. Retiro de homens e Retiro de mulheres, got it?
Esperamos cativar quem nos lê e ainda não teve a dita de fazer um bom Retiro.
Rezem por nós. Nós rezamos por quem nos lê.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Deus EXISTE mesmo
No ventre da mãe haviam dois bebés. Um perguntou ao outro:
- "Acreditas na vida após o parto?"
O outro respondeu:
- "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos prepararmos para o que virá mais tarde."
- "Disparate", disse o primeiro. "Que tipo de vida seria essa?"
O segundo disse:
- "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós possamos andar com as nossas próprias pernas e comer com as nossas bocas. Talvez tenhamos outros sentidos que não possamos entender agora."
O primeiro retorquiu:
- "Isso é um absurdo. O cordão umbilical fornece-nos nutrição e tudo o que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação."
O segundo insistiu:
- "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez possamos não necessitar deste tubo físico."
O outro contestou:
- "Além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que é que ninguém jamais voltou de lá?"
- "Bem, eu não sei", disse o segundo, "mas certamente vamos encontrar a Mamã e ela vai cuidar de nós."
O primeiro respondeu:-
- "Mamã, acreditas mesmo na Mamã? Isto é ridículo. Se a Mamã existe, então, onde está ela agora?"
- "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não poderia existir."
Disse o primeiro:
- "Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe."
Ao que o segundo respondeu:
- "Às vezes, quando estás em silêncio, se te concentrares e realmente ouvires, vais perceber a presença dela e ouvir a sua voz amorosa".
Este foi o modo que o escritor húngaro Útmutató a Léleknek usou para explicar a existência de Deus.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Curta mas sensata e necessária ordem
O sacerdote guarda a distância e a vista de todas as mulheres.
O homem casado a distância e a vista de todas as mulheres excepto de uma, a sua.
Mutatis mutandis, também a mulher casada guarda a distância e a vista de todos os homens excepto de um, o seu.
O homem casado a distância e a vista de todas as mulheres excepto de uma, a sua.
Mutatis mutandis, também a mulher casada guarda a distância e a vista de todos os homens excepto de um, o seu.
terça-feira, 2 de maio de 2017
Olá casais. Já pensaram fazer o vosso Retiro anual?
![]() |
| Foto tirada pela mãe na Casa de Retiros |
Sim? Fantásticos! Parabéns!
Não? Não menos fantásticos mas a precisar de um empurrão, verdade?
Por aqui estamos ainda na semana do meio, entre Retiros, ou seja, a esposa fez e acabou ontem e o esposo vai iniciar no final da semana.
Senhoras, a casa não explodiu e a cozinha não incendiou! Eles surpreendem-nos às vezes... 😊
Ora bem, agora mais a sério, os Retiros são essenciais. Jesus retirava-se constantemente, verdade? O encontro com o Senhor exige, pelo menos uma vez por ano, que nos retiremos, que nos afastemos do reboliço da nossa vida corrente. E nesses dias de Retiro, orientados pelo sacerdote, é o tal encontro, o recarregar de baterias, o organizar ideias, o retemperar de forças.
Imaginem que a nossa vida é um autocarro que anda um ano inteiro sem parar porque tem um depósito fantástico que se enche semanalmente (pelo menos) na Missa dominical. Mas esse autocarro tem de ir à revisão para que ande em perfeitas condições nos caminhos mais certos da vida.
No decorrer do ano, vai compondo as peças, mudando o filtro do óleo, um pneu (aqui aludimos claramente à direcção espiritual e confissão). Mas esse autocarro encontra uma paragem obrigatória e pára por uns dias para uma revisão séria, profunda. Pára três ou quatro dias sem que ninguém o coloque em marcha. E sim, aí não são pequenas revisões. É uma revisão geral, a sério, para que esteja pronto a retomar caminho e iniciar mais um percurso anual.
Assim são os Retiros. É a tal paragem anual obrigatória. É o encontro com o Senhor para colocar ordem, orientação, meditação, conclusões, mudanças, assunção de compromissos.
São os retiros óptimos para quebrar rotinas, para que a relação entre o "Tu e Eu" seja mais forte. O Senhor quer falar-nos. O Senhor quer que paremos por uns dias e que voltemos para Ele todo o nosso foco. "Estou aqui à tua espera. Vens? Do que estás à espera?"
Neste Retiro realizado pela mãe estavam... 50 senhoras. Fantástico!! É estimulante.
Fisicamente, os locais onde se realizam os Retiros são, por si, em regra, propícios para o encontro com Deus. São efectivamente locais afastados de tudo onde o silêncio domina.
E estes dias foram a melhor constatação - retomando o início - que as preocupações das mães são, muitas vezes, infundadas. Os nossos maridos são fabulosos. Quando assumem estes dias connosco (é vital), fazem tudo para que estejamos de cabeça tranquila e totalmente focadas no Retiro.
Cá em casa o pai e os filhos foram uma EQUIPA que se entreajudou. A casa estava limpa, a louça lavada e arrumada, o Verdi tratado, as crianças felizes (foram mimadas pelo pai para adoçar os momentos de ausência da mãe, o que foi maravilhoso). E sim, a casa não explodiu e a cozinha não incendiou. A mãe encontrou a família feliz e unida.
Foram muito importante estes dias. Não se descansou mas obtiveram-se muitas conquistas.
Foram muito importante estes dias. Não se descansou mas obtiveram-se muitas conquistas.
Segue-se o Retiro do pai e será igual. Saudades? Muitas. Mas um bem maior o espera como também nos espera pois, em rigor, pais fortes, pais mentalmente fortes, com ideias definidas, e muito unidos, tendem a fortalecer famílias. É uma verdade, não é?
Esperamos ter sido convincentes e ter dado o tal empurrãozinho que faltava a quem ainda não pensou e decidiu fazer um Retiro anual.
sábado, 29 de abril de 2017
Tu & Eu - Liderar a Relação em Família
O programa foi fantástico e permitiu-nos crescer muito como casal graças a uma organização de excelência (Dra. Lúcia Vasco, os nossos maiores elogios), um núcleo de excelentes e ilustres Formadores e um grupo de casais maravilhosos que tivemos a dita de privar desde Janeiro até ontem.
Utilizando o Método do Caso, durante seis sessões, tivemos um programa vasto e edificante. Os temas (casos práticos) eram previamente enviados aos formandos. Depois, na AESE, eram debatidos em grupos e, seguidamente, concluídos com a formação do ilustre Formador afecto àquele tema em concreto.
Temas dados:
- Aliança no Amor;
- A comunicação no casamento;
- Conciliação Família/Trabalho;
- Pessoa e sexualidade humanas;
- Finanças pessoais;
- Vida de família.
Uma palavra de grande apreço e gratidão pelo trabalho imaculado e planificado desenvolvido pela AESE, CENOFA, Dra. Lúcia Vasco, Ilustres Formadores, D. Celeste. Se nos esquecemos de alguém, foi involuntário. A mesma palavra de apreço e gratidão aos casais magníficos que participaram neste programa. Por fim, a todas as pessoas (as que fazem o trabalho invisível para que tudo aconteça bem) que tornaram tudo isto possível, sem esquecer um enorme obrigado às queridíssimas meninas que tão bem tomaram conta dos nossos filhos, enquanto as sessões decorriam.
Tivemos o cuidado de escrever tudo quanto pudemos e depois, em casa, passar a computador. Temos todas as sessões organizadas. Para quê? Para que possamos, a qualquer momento, a qualquer instante, sentar-nos e, em casal, tornar presentes os temas. E através deles, crescermos mais e mais quer como casal, quer como família.
Neste momento, em que escrevemos esta publicação, temos todas as sessões escritas e convertidas em formato pdf. A sessão de ontem acaba de ser redigida.
Neste momento, em que escrevemos esta publicação, temos todas as sessões escritas e convertidas em formato pdf. A sessão de ontem acaba de ser redigida.
Queridos amigos, soube a pouco. Queríamos mais, muito mais. É o maior elogio que vos podemos fazer. A todos, obrigado por tanto.
O desejo de que esta amizade perdure e que - quem sabe - em breve, possamos estar novamente juntos em mais um programa desta tipologia organizado pela AESE em conjunto com o CENOFA.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Tornar-se próximo
No passado dia 25 de Abril, aproveitámos o feriado em Família.
Saímos perto da hora de almoço e rumámos à Trafaria (terra das raízes da mãe).
Almoçámos num restaurante à beira rio, com a cidade de Lisboa no horizonte.
Seguidamente fomos visitar familiares que já não víamos há muito e que ainda não conheciam os nossos 3 filhos.
Foi enriquecedor, pois fomos levar um pouco de alegria, de companhia àqueles familiares que nunca nos esqueceram, mas que as circunstâncias da vida acabam sempre por afastar. E contra essas, rumar, rumar!

A alegria, o carinho, o prazer que tiveram em receber-nos e em privar um pouco connosco foi muito bom!
Rever as pessoas que fizeram parte da nossa infância, com quem privámos tantas vezes em meninos, lembrar histórias que ficaram na memória e recordar...
É engraçado como os sentimentos adormecidos pelo tempo vêm ao de cima com uma simples visita.
No caminho para casa partilhámos uns com os outros como nos sentíamos felizes e agradecemos este dia.
Por vezes, é tão simples fazer alguém feliz e ser feliz.
Esta tarde de FAMÍLIA encheu-nos o coração.
* Esta visita faz parte do nosso Calendário de actividades familiares que apresentámos no último post ("Fazer uma surpresa a alguém de Família")
* Esta visita faz parte do nosso Calendário de actividades familiares que apresentámos no último post ("Fazer uma surpresa a alguém de Família")
terça-feira, 25 de abril de 2017
Calendário mensal das nossas actividades familiares
Já aqui escrevemos, muitas vezes, sobre serões.
Antigamente, inexistindo televisão, as rotinas eram mais saudáveis, isto é, as famílias reuniam após o jantar e falavam, conversavam, conviviam.
Hoje não é assim. O jantar é acompanhado por uma televisão em vez de uma música calma, tranquila e que permita conversar.
Depois do jantar, ou reina a televisão ou reina cada um para o seu reino, isto é, mãe na cozinha, pai na sala e filhos nos quartos (às vezes cada um no seu, bem alienados...). Ora, isto, na nossa opinião, é zero! Literalmente zero.
Mas sobre o assunto já aqui escrevemos algumas vezes pelo que não queremos maçar mais com ele (por ora).
Sem embargo, queremos partilhar algo convosco que nos parece edificante.Quando éramos jovens o nosso querido Padre Pedro Quintella - que na altura era nosso pároco - dizia-nos que era sensata a regra dos "três P": Pouco, Pequeno e Possível.
![]() |
| Clicar na tabela para aumentar |
Muito bem. Neste contexto pensámos num plano em que inserimos uma pequena acção diária. Essa pequena acção compromete-nos familiarmente e, acima de tudo, edifica-nos.
Pensámos numa pequena tabela mensal com pequenas acções. A nossa tabela é, naturalmente, exemplificativa. Cada família pode, querendo, fazer a sua própria tabela, o seu próprio calendário, as suas próprias acções.
Apenas nos parece oportuno que as acções a implementar sejam abrangentes e contemplem várias áreas. São pequenas acções, muito pequenas, que nos humanizam e eliminam aquele estado horroroso de alienação que, tantas vezes, constatamos existir dentro das nossas casas.
Hoje, 25 de Abril, fomos almoçar fora e fomos visitar familiares que não visitávamos há muito tempo. Parece que este nosso dia se enquadra numa das acções da tabela, verdade? A alegria que lhes demos com a nossa presença foi um enorme enriquecimento. Mas sobre o dia de hoje faremos um novo post, ok?
Hoje era importante comunicar esta nossa implementação familiar pois consideramos benéfica, inclusiva, edificante e que a todos humaniza. É uma proposta que assumimos internamente e, permiti, convidamo-vos a nela pensarem com o melhor critério. Pouco, pequeno e possível.
FEM
domingo, 23 de abril de 2017
Uma experiência que se tornou rotina
Há algum tempo atrás pai e mãe tiveram a ideia de fazer a experiência de ler o Evangelho à hora do jantar e depois conversar sobre este em conjunto com toda a família.
A experiência foi feita e já lá vão alguns meses.
As crianças da casa aderiram de forma surpreendente.
Todos participamos no "debate" após a leitura, e cada um diz o ou os aspectos que lhe chamaram mais a atenção.
Até a benjamim participa com as suas perguntas inocentes e sempre muito interessada.
No outro dia sentámo-nos à mesa para jantar, fizemos a oração e depois continuámos a conversar sobre o dia de cada um, pois já o estávamos a fazer antes de nos sentarmos.
A mais pequenina pôs o dedo no ar (como se estivesse na escola) para falar, o pai deu-lhe então a palavra:
-Diz filha, podes falar.
- O Evangelho? Hoje ainda não lemos o Evangelho! - retorquiu a princesa.
- Pois não, mas vamos já fazê-lo. - disse o pai.
É engraçado como uma experiência se tornou rotina. Nada foi imposto.
Com naturalidade esta prática foi entrando no nosso dia-a-dia e quando falta é notada.
Educar um filho é uma experiência única.
E se queremos que adquiram determinados hábitos e valores, diz-nos a nossa pouca experiência, que nós pais temos de ter esses hábitos e valores enraizados.
E se queremos que adquiram determinados hábitos e valores, diz-nos a nossa pouca experiência, que nós pais temos de ter esses hábitos e valores enraizados.
Pois, mais do que dizer é preciso SER e FAZER.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
A nossa Páscoa
Olá amigos, que esta Páscoa tenha sido bem vivida e muito feliz.
A nossa Páscoa foi muito boa, graças a Deus.
Pese embora a existência da televisão, nunca por nunca parámos diante dela o que é óptimo sinal. Revela quão bem preenchidos os dias foram. Uma paisagem muitíssimo bela diante da qual as pirralhas pularam, brincaram, jogaram, correram, saltaram à corda.
OS NOSSOS DIAS
Todas as manhãs fomos às compras ao hiper. No Sábado, ao invés, fomos ao Mercado e vimos, após tantos anos, a venda de coelhos, pintainhos, galinhas, flores, entre tantas outras coisas. Um mercado a sério!
No Domingo visitámos Vila Facaia mas não encontrámos quem quisemos encontrar, "a alemã" que vende pão de sementes e pão doce muito bons. Neste domingo de Páscoa não estavam e não trouxemos os bons pães para casa.
Depois das compras, um café e um bolo com preferêncoa para os "bom bocado", a "cornocópia" e a "trança" fabulosa com goiaba e queijo.
E claro, a par, vivemos intensamente o tríduo pascal.
A CELEBRAÇÃO DO TRÍDUO PASCAL
Fomos para cima na Terça-feira depois do almoço tendo chegado à Aldeia pelas 17:30H. Nada tínhamos para comer pelo que fomos comprar o jantar e o almoço de Quarta-feira e bebemos um belíssimo café no Renatos, onde compramos os famosos bolinhos.
Na Quinta-feira, pelas 20:30H, celebrámos a Última Ceia e Instituição da Eucaristia, numa celebração presidida pelo Padre José. Foi uma celebração bonita e "sem hora"! Por via disso a nossa filhota mais nova, adormeceu :))
Na Sexta-feira, pelas 15H, estávamos presentes para a Procissão que percorreu as ruas de Figueiró. Achámos interessante a primeira paragem diante da Igreja onde um sacerdote, de nome António, fez uma homilia durinha, chamado os bois pelos nomes. Estão a imaginar a abordagem aos temas fracturantes da sociedade portuguesa, sem peias? Pois assim foi.
Pelo que apurámos, o Padre António foi convidado a co-presidir com o Padre José (o pároco) às cerimónias e foram excelentes. O Padre António pertencia a uma congregação, não sabendo nós qual. Retomando, prosseguiu a Procissão sempre acompanhada por centenas de pessoas, a banda filarmónica, os bombeiros e civis, sendo que estes carregaram os dois andores (Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores). Foi uma excelente manifestação do povo de Deus.
A comunidade esteve sempre presente. A Igreja esteve sempre cheia o que nos encheu de alegria. As pessoas foram acolhedoras e atentas. Lembramos particularmente uma senhora que por saber que ali não pertencíamos, cuidou de nos dar informações e ajudar a integrar a comunidade.
Por último, a Vigília Pascal, celebrada novamente pelos sacerdotes José e António. A Igreja estava muitíssimo bem composta, atendendo a que a celebração iniciou às 22 Horas e as pessoas têm sempre a possibilidade de ir à Missa no Domingo de Páscoa.
A nossa mais nova ficou a dormir na Aldeia com os avós. Nós irrompemos com Jesus naquela que foi a noite das noites... a noite ditosa em que o céu se une à terra, em que o homem se encontra com Deus. Eis um pequeno trecho do Exsultet que foi muito bem cantado (e muitíssimo sentido) pelo Padre António.
Uma palavra para a oração do Terço diário, sempre rezado, sempre rezado em família.
O REGRESSO
Foram quase seis dias fabulosos, de grande amizade, de grande união, de família, de Deus.
Ontem, lemos um texto antes de jantar e vir embora, a olhar o imenso arvoredo que a Aldeia nos proporcionou.
- Que estás a pensar pai?
- Que amanhã, quando acordar, não irei ver este verde. Estou a despedir-me e a agradecer a Deus este presente.
Glória a Deus por esta dádiva e a Nossa Senhora da Boa Viagem por nos ter guardado como tesouro seu. Saímos todos mais fortes, próximos. E sim, com melhor vida interior. Deus Se manifesta como quer, quando quer, da forma que quer e a quem quer. Se o Evangelho é causa de alegria e causa de mudança radical... que nos impede de o viver à séria e dar (pela Palavra, pelo exemplo, pela vivência, pela unidade familiar, pela abertura à vida, pela frequência aos Sacramentos, pela oração...), a quem ainda não teve a dita de O conhecer?
terça-feira, 11 de abril de 2017
Está quase a chegar o Tríduo Pascal deste ano
Está quase a chegar o Tríduo Pascal deste ano.
O seu início vai acontecer «na Missa da Ceia do Senhor» (tarde de Quinta-Feira santa). Mas o Tríduo propriamente dito será a Sexta-Feira Santa (dia da paixão, morte e sepultura de Jesus), o Sábado Santo (dia em que o corpo de Cristo repousou no sepulcro) e o Domingo (dia da ressurreição e das primeiras aparições de Jesus).
O coração pulsante do grande Mistério é a «Vigília Pascal, mãe de todas as santas vigílias».
A todos, Santa Páscoa.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Olá Lisboa
Olá Lisboa!
Hoje foi dia de visitar Lisboa, nomeadamente a Rua Augusta.
Que bom perceber que somos quase estrangeiros naquela rua, sinal de que os outros povos nos apreciam muito. Que bom ver Lisboa repleta de turistas à beira do Tejo, no caminho cuidado entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço.
Talvez não fosse pior termos, nós próprios, sentimento de pertença a Lisboa, visitá-la, fazer dela local aprazível de recurso recorrente para passar uma bela tarde de sol e aproveitar tudo quanto nos proporciona.
Que bom foi lanchar na Confeitaria Nacional, na Praça da Figueira, fundada em 1829, um clássico de Lisboa e um símbolo nacional.
Que bom é descer a Augusta e entrar na Casa Pereira da Conceição e escolher o café em grão e pedir para o moer para trazermos para casa. E que bom é aquele lote da casa, que cheirinho bom. Vamos sempre comprar café a esta casa, de propósito. Já faz parte.
Que bom é visitar a nossa capital com os nossos filhos, dar-lhes esta noção real de amar o que é nosso para que sintam Lisboa como deles e que compreendam a riqueza patrimonial e a sua intacta beleza. E eles vão sempre com imenso gosto, nomeadamente no Natal, altura em que a Baixa lisboeta se torna um local mágico.
Infra, um vídeo do eterno Ribas (falecido em 23/03/2014) com o Tim e que a nossa pequenita canta sempre com imenso gosto. Olá Lisboa!
sábado, 8 de abril de 2017
Férias da Páscoa

Férias são férias. E se o pai e mãe tiram férias nas férias dos filhos, as férias são ainda melhores! Temos assim toda a família de férias!
O primeiro dia foi fabulástico! A pequena nunca havia ido ao Jardim Zoológico e o pai há muito o prometera. Não foi tarde nem cedo: fomos todos ao Zoo de Lisboa.
Um reparo para a inexistência de Bilhete de Família. É francamente pesado visitar o Zoo em família em que a partir dos 13 anos os bilhetes custam 20,50 € e o preço entre os 3 e os 12 anos é de 14,50 €. Pesadíssimo.
Reparo feito, foi um dia fantástico para todos. A pequena vibrou, entre outros, com os golfinhos. A visita terminou com uma viagem de teleférico e um gelado da Olá. Dia cheio !
No dia seguinte foi dia de cinema. Almoço no McDonald´s para alegria dos miúdos e depois o novo filme dos Smurf´s, A Aldeia Perdida.
Hoje, o pai apresentou uma Palestra sobre o Plano de Vida - Missa, Oração e Terço, num Retiro que decorre em Telheiras. Foi um trabalho que preparou ao longo de um mês e, com a graça de Deus, de acordo com o feedback recebido, correu bem. Glória a Deus!
Os dias têm sido bons, bem vividos com alegria e cumplicidade que se exige numa família cristã e se Deus quiser assim continuarão. E podem e devem ser bons sem nos afastarmos do tempo que estamos a viver. Procuramos simultâneamente viver bem e conscientemente estes dias que antecedem a Páscoa.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Em Tua casa - Crónicas de uma família católica

Caros amigos, já está disponível online, e brevemente nas bancas, o livro Em Tua Casa da nossa Teresa Power.
O livro parte das histórias do blogue Uma Família Católica, mas não só!
Também conta muitas histórias inéditas!
Quem gosta de ler os blogues sobre família tem aqui um excelente meio de edificação pessoal e familiar.
Lembram o nosso post recente sobre serões em família? Por que não a leitura deste livro??
segunda-feira, 3 de abril de 2017
2º Aniversário
Depois de há um ano termos celebrado o primeiro aniversário do nosso blogue temos o gosto de voltar a anunciar a celebração de mais um aniversário deste projecto, com muitas publicações, muitas visitas e tudo em torno da FAMÍLIA.
Viva a Família e um enorme OBRIGADO A TODOS os que nos visitam e animam a prosseguir.
domingo, 2 de abril de 2017
sábado, 1 de abril de 2017
Rezar com o Carmelo de Fátima

Queridos amigos, tínhamos de partilhar convosco esta novidade. Sabeis o nosso amor ao Carmelo de Fátima e às Carmelitas. Então, partilhamos este tesouro convosco.
Doravante é possível rezar Laudes (08:30H) e Vésperas (18:15H) com as Irmãs Carmelitas Descalças de Fátima por via de um link: CLICAR AQUI.
Se era uma profunda riqueza e alegria conseguirmos, a qualquer momento, estar em directo com a Capelinha (com especial foco às 21H para a oração do Terço), imaginais o quão felizes ficámos ao saber hoje esta novidade de podermos rezar em directo com as Irmãs que tanto queremos e amamos.
É uma enorme graça, um tesouro extraordinário que nunca poderíamos guardar para nós.
Partilhamo-lo alegremente convosco.
Uma partilha mais. As Irmãs dizem que ao Sábado (hoje!!) é muito bonito, uma vez que cantam com o Padres Carmelitas e entoam o cântico Salvé Regina a Nossa Senhora.
Esperando que fiquem tão felizes quanto nós, um até breve da FEM
quarta-feira, 29 de março de 2017
Os tribunais eclesiásticos
Uma curtíssima reflexão sobre a constituição dos tribunais eclesiásticos nas dioceses. Salvo melhor opinião, entendemos que os advogados católicos que queriam ou estejam disponíveis para prestar serviço à comunidade por via da integração ou acreditação nos tribunais eclesiásticos deverão ter os estudos, a sua formação, paga pela própria diocese que beneficiará com o seu serviço.
Isto porque, para se estar acreditado nos tribunais eclesiásticos, carece (e bem) de formação, isto é, implica uma pós-graduação em direito canónico.
Até aqui, tudo dentro da normalidade. O estranho, segundo nos informámos, é que a pós-graduação, que é cara, corre a expensas dos causídicos, ou seja, os advogados que se disponibilizem para o efeito terão de suportar os custos da sua própria formação e servirão, à priori, pro bono - que significa pelo bem público ou em benefício do público -, a comunidade no futuro. Não se afigura justo.
Entendemos que, das duas uma: ou as dioceses assumem capacidade e formam (se tal for viável, situação que ignoramos), ou as dioceses suportam os custos da pós-graduação em causa aos advogados que seriam escolhidos/propostos pelas paróquias, de acordo com critérios adequados que visem o perfil para desempenhar a função. É uma sugestão que aqui deixamos.
Entendemos, por último, que não deverão os sacerdotes substituir esta função de ouvir e enquadrar juridicamente o caso concreto porque, salvo excepções, não são juristas e, aqui sem excepção, não são casados, situação que nos parece exigível para melhor compreensão e juízo. A função dos sacerdotes, salvo melhor opinião, que respeitamos, será o encaminhamento das pessoas aos advogados acreditados nos tribunais eclesiásticos.
domingo, 26 de março de 2017
Serão de leitura em família
O ideia que temos de um serão em família não é, certamente, uma família muda a olhar para a televisão enquanto passa a telenovela.
Um serão em família é algo diferente, mas necessário.
Há um sem número de propostas para as famílias, promovendo a unidade, identidade e edificação.
O serão enquadra-se perfeitamente porque congrega. Mas que propomos? O que nos propuseram: uma noite de leitura, uma noite de leitura por semana, com a família junta, unida e focada.
Temos, actualmente, dois livros adquiridos para este fim. Não podiam ser muito infantis nem com contexto fora da idade da filha mais nova. Com esta ideia definida, fomos à Bertrand.
Temos tudo para o serão familiar que se repetirá muitas noites. Nós, o Verdi, a lareira (ou não) e o livro.
Acresce a magia que sai das páginas dos contos que, certamente, fará com que os miúdos aprendam a gostar da leitura.
Propomos a quem nos lê esta meta: desligar a televisão uma vez por semana e, reunida a família, agarrar num livro (os clássicos, por exemplo) e lê-lo. Saborear o momento que será, lá mais à frente, quando eles forem homens e mulheres, recordado e repetido. É uma certeza.
A este bom hábito chama-se educar.
sábado, 25 de março de 2017
Não emigrámos!
Queridos amigos,
Queremos pedir desculpa pela nossa ausência. Efectivamente temos publicado poucos textos sobre nós ou sobre temas que visam a família. Não é por falta de assunto, pois o que não faltam são assuntos. Todavia, estamos a frequentar um curso para casais, o pai prepara uma palestra e estivemos muito envolvidos numa conferência, razão pela qual não temos estado tão presentes.
Mas iremos estar, com toda a certeza. Ainda com pendências, mas procuraremos estar por aqui com mais assiduidade, como no passado.
Curiosamente também as visitas diárias decrescem. É uma consequência inevitável. As pessoas vêm uma e outra vez e verificam o mesmo texto e pensam que emigrámos. Não, estamos por cá.
Até já!
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