Família em Movimento

Família em Movimento

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Deus EXISTE mesmo

No ventre da mãe haviam dois bebés. Um perguntou ao outro:
- "Acreditas na vida após o parto?"

O outro respondeu:
- "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos prepararmos para o que virá mais tarde."

- "Disparate", disse o primeiro. "Que tipo de vida seria essa?"

O segundo disse:
- "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós possamos andar com as nossas próprias pernas e comer com as nossas bocas. Talvez tenhamos outros sentidos que não possamos entender agora."

O primeiro retorquiu:
- "Isso é um absurdo. O cordão umbilical fornece-nos nutrição e tudo o que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação."

O segundo insistiu:
- "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez possamos não necessitar deste tubo físico."

O outro contestou:
- "Além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que é que ninguém jamais voltou de lá?"

- "Bem, eu não sei", disse o segundo, "mas certamente vamos encontrar a Mamã e ela vai cuidar de nós."

O primeiro respondeu:-
- "Mamã, acreditas mesmo na Mamã? Isto é ridículo. Se a Mamã existe, então, onde está ela agora?"


- "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não poderia existir."


Disse o primeiro:
- "Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe."



Ao que o segundo respondeu:
- "Às vezes, quando estás em silêncio, se te concentrares e realmente ouvires, vais perceber a presença dela e ouvir a sua voz amorosa".

Este foi o modo que o escritor húngaro Útmutató a Léleknek usou para explicar a existência de Deus.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Curta mas sensata e necessária ordem

O sacerdote guarda a distância e a vista de todas as mulheres.
O homem casado a distância e a vista de todas as mulheres excepto de uma, a sua.
Mutatis mutandis, também a mulher casada guarda a distância e a vista de todos os homens excepto de um, o seu.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Olá casais. Já pensaram fazer o vosso Retiro anual?

Foto tirada pela mãe na Casa de Retiros

Sim? Fantásticos! Parabéns!

Não? Não menos fantásticos mas a precisar de um empurrão, verdade?

Por aqui estamos ainda na semana do meio, entre Retiros, ou seja, a esposa fez e acabou ontem e o esposo vai iniciar no final da semana.



Senhoras, a casa não explodiu e a cozinha não incendiou! Eles surpreendem-nos às vezes... 😊 

Ora bem, agora mais a sério, os Retiros são essenciais. Jesus retirava-se constantemente, verdade? O encontro com o Senhor exige, pelo menos uma vez por ano, que nos retiremos, que nos afastemos do reboliço da nossa vida corrente. E nesses dias de Retiro, orientados pelo sacerdote, é o tal encontro, o recarregar de baterias, o organizar ideias, o retemperar de forças.

Imaginem que a nossa vida é um autocarro que anda um ano inteiro sem parar porque tem um depósito fantástico que se enche semanalmente (pelo menos) na Missa dominical. Mas esse autocarro tem de ir à revisão para que ande em perfeitas condições nos caminhos mais certos da vida. 
No decorrer do ano, vai compondo as peças, mudando o filtro do óleo, um pneu (aqui aludimos claramente à direcção espiritual e confissão). Mas esse autocarro encontra uma paragem obrigatória e pára por uns dias para uma revisão séria, profunda. Pára três ou quatro dias sem que ninguém o coloque em marcha. E sim, aí não são pequenas revisões. É uma revisão geral, a sério, para que esteja pronto a retomar caminho e iniciar mais um percurso anual.

Assim são os Retiros. É a tal paragem anual obrigatória. É o encontro com o Senhor para colocar ordem, orientação, meditação, conclusões, mudanças, assunção de compromissos.

São os retiros óptimos para quebrar rotinas, para que a relação entre o "Tu e Eu" seja mais forte. O Senhor quer falar-nos. O Senhor quer que paremos por uns dias e que voltemos para Ele todo o nosso foco. "Estou aqui à tua espera. Vens? Do que estás à espera?"

Neste Retiro realizado pela mãe estavam... 50 senhoras. Fantástico!! É estimulante.

Fisicamente, os locais onde se realizam os Retiros são, por si, em regra, propícios para o encontro com Deus. São efectivamente locais afastados de tudo onde o silêncio domina.

E estes dias foram a melhor constatação - retomando o início - que as preocupações das mães são, muitas vezes, infundadas. Os nossos maridos são fabulosos. Quando assumem estes dias connosco (é vital), fazem tudo para que estejamos de cabeça tranquila e totalmente focadas no Retiro.

Cá em casa o pai e os filhos foram uma EQUIPA que se entreajudou. A casa estava limpa, a louça lavada e arrumada, o Verdi tratado, as crianças felizes (foram mimadas pelo pai para adoçar os momentos de ausência da mãe, o que foi maravilhoso). E sim, a casa não explodiu e a cozinha não incendiou. A mãe encontrou a família feliz e unida.

Foram muito importante estes dias. Não se descansou mas obtiveram-se muitas conquistas.

Segue-se o Retiro do pai e será igual. Saudades? Muitas. Mas um bem maior o espera como também nos espera pois, em rigor, pais fortes, pais mentalmente fortes, com ideias definidas, e muito unidos, tendem a fortalecer famílias. É uma verdade, não é?

Esperamos ter sido convincentes e ter dado o tal empurrãozinho que faltava a quem ainda não pensou e decidiu fazer um Retiro anual.

sábado, 29 de abril de 2017

Tu & Eu - Liderar a Relação em Família


Terminou na noite de ontem o programa Tu & Eu - Liderar a Relação em Família, realizado na AESE.

O programa foi fantástico e permitiu-nos crescer muito como casal graças a uma organização de excelência (Dra. Lúcia Vasco, os nossos maiores elogios), um núcleo de excelentes e ilustres Formadores e um grupo de casais maravilhosos que tivemos a dita de privar desde Janeiro até ontem. 



Utilizando o Método do Caso, durante seis sessões, tivemos um programa vasto e edificante. Os temas (casos práticos) eram previamente enviados aos formandos. Depois, na AESE, eram debatidos em grupos e, seguidamente, concluídos com a formação do ilustre Formador afecto àquele tema em concreto.

Temas dados:

- Aliança no Amor;
- A comunicação no casamento;
- Conciliação Família/Trabalho;
- Pessoa e sexualidade humanas;
- Finanças pessoais; 
- Vida de família.

Uma palavra de grande apreço e gratidão pelo trabalho imaculado e planificado desenvolvido pela AESE, CENOFA, Dra. Lúcia Vasco, Ilustres Formadores, D. Celeste. Se nos esquecemos de alguém, foi involuntário. A mesma palavra de apreço e gratidão aos casais magníficos que participaram neste programa. Por fim, a todas as pessoas (as que fazem o trabalho invisível para que tudo aconteça bem) que tornaram tudo isto possível, sem esquecer um enorme obrigado às queridíssimas meninas que tão bem tomaram conta dos nossos filhos, enquanto as sessões decorriam. 

Tivemos o cuidado de escrever tudo quanto pudemos e depois, em casa, passar a computador. Temos todas as sessões organizadas. Para quê? Para que possamos, a qualquer momento, a qualquer instante, sentar-nos e, em casal, tornar presentes os temas. E através deles, crescermos mais e mais quer como casal, quer como família.
Neste momento, em que escrevemos esta publicação, temos todas as sessões escritas e convertidas em formato pdf. A sessão de ontem acaba de ser redigida.

Queridos amigos, soube a pouco. Queríamos mais, muito mais. É o maior elogio que vos podemos fazer. A todos, obrigado por tanto.

O desejo de que esta amizade perdure e que - quem sabe - em breve, possamos estar novamente juntos em mais um programa desta tipologia organizado pela AESE em conjunto com o CENOFA.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Tornar-se próximo

No passado dia 25 de Abril, aproveitámos o feriado em Família.

Saímos perto da hora de almoço e rumámos à Trafaria (terra das raízes da mãe).



Almoçámos num restaurante à beira rio, com a cidade de Lisboa no horizonte.

Seguidamente fomos visitar familiares que já não víamos há muito e que ainda não conheciam os nossos 3 filhos.




Foi enriquecedor, pois fomos levar um pouco de alegria, de companhia àqueles familiares que nunca nos esqueceram, mas que as circunstâncias da vida acabam sempre por afastar. E contra essas, rumar, rumar!


A alegria, o carinho, o prazer que tiveram em receber-nos e em privar um pouco connosco foi muito bom!

Rever as pessoas que fizeram parte da nossa infância, com quem privámos tantas vezes em meninos, lembrar histórias que ficaram na memória e recordar...



É engraçado como os sentimentos adormecidos pelo tempo vêm ao de cima com uma simples visita.

No caminho para casa partilhámos uns com os outros como nos sentíamos felizes e agradecemos este dia.

Por vezes, é tão simples fazer alguém feliz e ser feliz.

Esta tarde de FAMÍLIA encheu-nos o coração.

* Esta visita faz parte do nosso Calendário de actividades familiares que apresentámos no último post ("Fazer uma surpresa a alguém de Família")

terça-feira, 25 de abril de 2017

Calendário mensal das nossas actividades familiares

Já aqui escrevemos, muitas vezes, sobre serões.
Antigamente, inexistindo televisão, as rotinas eram mais saudáveis, isto é, as famílias reuniam após o jantar e falavam, conversavam, conviviam.

Hoje não é assim. O jantar é acompanhado por uma televisão em vez de uma música calma, tranquila e que permita conversar.

Depois do jantar, ou reina a televisão ou reina cada um para o seu reino, isto é, mãe na cozinha, pai na sala e filhos nos quartos (às vezes cada um no seu, bem alienados...). Ora, isto, na nossa opinião, é zero! Literalmente zero.

Mas sobre o assunto já aqui escrevemos algumas vezes pelo que não queremos maçar mais com ele (por ora). 

Sem embargo, queremos partilhar algo convosco que nos parece edificante.Quando éramos jovens o nosso querido Padre Pedro Quintella - que na altura era nosso pároco - dizia-nos que era sensata a regra dos "três P": Pouco, Pequeno e Possível.
Clicar na tabela para aumentar

Muito bem. Neste contexto pensámos num plano em que inserimos uma pequena acção diária. Essa pequena acção compromete-nos familiarmente e, acima de tudo, edifica-nos.

Pensámos numa pequena tabela mensal com pequenas acções. A nossa tabela é, naturalmente, exemplificativa. Cada família pode, querendo, fazer a sua própria tabela, o seu próprio calendário, as suas próprias acções.

Apenas nos parece oportuno que as acções a implementar sejam abrangentes e contemplem várias áreas. São pequenas acções, muito pequenas, que nos humanizam e eliminam aquele estado horroroso de alienação que, tantas vezes, constatamos existir dentro das nossas casas.   

Hoje, 25 de Abril, fomos almoçar fora e fomos visitar familiares que não visitávamos há muito tempo. Parece que este nosso dia se enquadra numa das acções da tabela, verdade? A alegria que lhes demos com a nossa presença foi um enorme enriquecimento. Mas sobre o dia de hoje faremos um novo post, ok?

Hoje era importante comunicar esta nossa implementação familiar pois consideramos benéfica, inclusiva, edificante e que a todos humaniza. É uma proposta que assumimos internamente e, permiti, convidamo-vos a nela pensarem com o melhor critério. Pouco, pequeno e possível.

FEM

domingo, 23 de abril de 2017

Uma experiência que se tornou rotina


Há algum tempo atrás pai e mãe tiveram a ideia de fazer a experiência de ler o Evangelho à hora do jantar e depois conversar sobre este em conjunto com toda a família.

A experiência foi feita e já lá vão alguns meses.

As crianças da casa aderiram de forma surpreendente. 



Todos participamos no "debate" após a leitura, e cada um diz o ou os aspectos que lhe chamaram mais a atenção.

Até a benjamim participa com as suas perguntas inocentes e sempre muito interessada.

No outro dia sentámo-nos à mesa para jantar, fizemos a oração e depois continuámos a conversar sobre o dia de cada um, pois já o estávamos a fazer antes de nos sentarmos.

A mais pequenina pôs o dedo no ar (como se estivesse na escola) para falar, o pai deu-lhe então a palavra:

-Diz filha, podes falar.

- O Evangelho? Hoje ainda não lemos o Evangelho! - retorquiu a princesa.

- Pois não, mas vamos já fazê-lo. - disse o pai.

É engraçado como uma experiência se tornou rotina. Nada foi imposto. 
Com naturalidade esta prática foi entrando no nosso dia-a-dia e quando falta é notada.

Educar um filho é uma experiência única.
E se queremos que adquiram determinados hábitos e valores, diz-nos a nossa pouca experiência, que nós pais temos de ter esses hábitos e valores enraizados.

Pois, mais do que dizer é preciso SER e FAZER.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

A nossa Páscoa

Olá amigos, que esta Páscoa tenha sido bem vivida e muito feliz.

A nossa Páscoa foi muito boa, graças a Deus.

Fomos para fora cá dentro, isto é, fomos para o concelho de Figueiró dos Vinhos, numa Aldeia perto de Figueiró. Que bom que foi passar estes quase seis dias unidos, muito unidos.

Pese embora a existência da televisão, nunca por nunca parámos diante dela o que é óptimo sinal. Revela quão bem preenchidos os dias foram. Uma paisagem muitíssimo bela diante da qual as pirralhas pularam, brincaram, jogaram, correram, saltaram à corda.
O filho mais velho recolheu-se na leitura (um livro chatinho que a escola impôs), sem contudo deixar de brincar. Por ser mais velho afasta-se das brincadeiras das irmãs (tão natural e ao mesmo tempo a fazer com que pensemos como tudo passa rápido) e ajuda os pais ou brinca e trata do grande Verdi, que andou louco de alegria por ter tanto espaço para correr.


OS NOSSOS DIAS

Todas as manhãs fomos às compras ao hiper. No Sábado, ao invés, fomos ao Mercado e vimos, após tantos anos, a venda de coelhos, pintainhos, galinhas, flores, entre tantas outras coisas. Um mercado a sério!
No Domingo visitámos Vila Facaia mas não encontrámos quem quisemos encontrar, "a alemã" que vende pão de sementes e pão doce muito bons. Neste domingo de Páscoa não estavam e não trouxemos os bons pães para casa.
Depois das compras, um café e um bolo com preferêncoa para os "bom bocado", a "cornocópia" e a "trança" fabulosa com goiaba e queijo.

E claro, a par, vivemos intensamente o tríduo pascal.


A CELEBRAÇÃO DO TRÍDUO PASCAL

Fomos para cima na Terça-feira depois do almoço tendo chegado à Aldeia pelas 17:30H. Nada tínhamos para comer pelo que fomos comprar o jantar e o almoço de Quarta-feira e bebemos um belíssimo café no Renatos, onde compramos os famosos bolinhos.
Na Quinta-feira, pelas 20:30H, celebrámos a Última Ceia e Instituição da Eucaristia, numa celebração presidida pelo Padre José. Foi uma celebração bonita e "sem hora"! Por via disso a nossa filhota mais nova, adormeceu :))


Na Sexta-feira, pelas 15H, estávamos presentes para a Procissão que percorreu as ruas de Figueiró. Achámos interessante a primeira paragem diante da Igreja onde um sacerdote, de nome António, fez uma homilia durinha, chamado os bois pelos nomes. Estão a imaginar a abordagem aos temas fracturantes da sociedade portuguesa, sem peias? Pois assim foi.


Pelo que apurámos, o Padre António foi convidado a co-presidir com o Padre José (o pároco) às cerimónias e foram excelentes. O Padre António pertencia a uma congregação, não sabendo nós qual. Retomando, prosseguiu a Procissão sempre acompanhada por centenas de pessoas, a banda filarmónica, os bombeiros e civis, sendo que estes carregaram os dois andores (Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores). Foi uma excelente manifestação do povo de Deus.

A comunidade esteve sempre presente. A Igreja esteve sempre cheia o que nos encheu de alegria. As pessoas foram acolhedoras e atentas. Lembramos particularmente uma senhora que por saber que ali não pertencíamos, cuidou de nos dar informações e ajudar a integrar a comunidade.

Por  último, a Vigília Pascal, celebrada novamente pelos sacerdotes José e António. A Igreja estava muitíssimo bem composta, atendendo a que a celebração iniciou às 22 Horas e as pessoas têm sempre a possibilidade de ir à Missa no Domingo de Páscoa.
A nossa mais nova ficou a dormir na Aldeia com os avós. Nós irrompemos com Jesus naquela que foi a noite das noites... a noite ditosa em que o céu se une à terra, em que o homem se encontra com Deus.  Eis um pequeno trecho do Exsultet que foi muito bem cantado (e muitíssimo sentido) pelo Padre António.

Uma palavra para a oração do Terço diário, sempre rezado, sempre rezado em família. 


O REGRESSO

Foram quase seis dias fabulosos, de grande amizade, de grande união, de família, de Deus.
Ontem, lemos um texto antes de jantar e vir embora, a olhar o imenso arvoredo que a Aldeia nos proporcionou.

- Que estás a pensar pai?
- Que amanhã, quando acordar, não irei ver este verde. Estou a despedir-me e a agradecer a Deus este presente.

Pelas 20:50 Horas deixámos a Aldeia e antes da meia noite estávamos em casa.

Glória a Deus por esta dádiva e a Nossa Senhora da Boa Viagem por nos ter guardado como tesouro seu. Saímos todos mais fortes, próximos. E sim, com melhor vida interior. Deus Se manifesta como quer, quando quer, da forma que quer e a quem quer. Se o Evangelho é causa de alegria e causa de mudança radical... que nos impede de o viver à séria e dar (pela Palavra, pelo exemplo, pela vivência, pela unidade familiar, pela abertura à vida, pela frequência aos Sacramentos, pela oração...), a quem ainda não teve a dita de O conhecer?

terça-feira, 11 de abril de 2017

Está quase a chegar o Tríduo Pascal deste ano



Está quase a chegar o Tríduo Pascal deste ano. 

O seu início vai acontecer «na Missa da Ceia do Senhor» (tarde de Quinta-Feira santa). Mas o Tríduo propriamente dito será a Sexta-Feira Santa (dia da paixão, morte e sepultura de Jesus), o Sábado Santo (dia em que o corpo de Cristo repousou no sepulcro) e o Domingo (dia da ressurreição e das primeiras aparições de Jesus). 

O coração pulsante do grande Mistério é a «Vigília Pascal, mãe de todas as santas vigílias».

A todos, Santa Páscoa.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Olá Lisboa

Olá Lisboa!

Hoje foi dia de visitar Lisboa, nomeadamente a Rua Augusta.

Que bom perceber que somos quase estrangeiros naquela rua, sinal de que os outros povos nos apreciam muito. Que bom ver Lisboa repleta de turistas à beira do Tejo, no caminho cuidado entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço.

Talvez não fosse pior termos, nós próprios, sentimento de pertença a Lisboa, visitá-la, fazer dela local aprazível de recurso recorrente para passar uma bela tarde de sol e aproveitar tudo quanto nos proporciona.

Que bom foi lanchar na Confeitaria Nacional, na Praça da Figueira, fundada em 1829, um clássico de Lisboa e um símbolo nacional.

Que bom é descer a Augusta e entrar na Casa Pereira da Conceição e escolher o café em grão e pedir para o moer para trazermos para casa. E que bom é aquele lote da casa, que cheirinho bom. Vamos sempre comprar café a esta casa, de propósito. Já faz parte.

Que bom é visitar a nossa capital com os nossos filhos, dar-lhes esta noção real de amar o que é nosso para que sintam Lisboa como deles e que compreendam a riqueza patrimonial e a sua intacta beleza. E eles vão sempre com imenso gosto, nomeadamente no Natal, altura em que a Baixa lisboeta se torna um local mágico.

Infra, um vídeo do eterno Ribas (falecido em 23/03/2014) com o Tim e que a nossa pequenita canta sempre com imenso gosto. Olá Lisboa!

sábado, 8 de abril de 2017

Férias da Páscoa


Férias são férias. E se o pai e mãe tiram férias nas férias dos filhos, as férias são ainda melhores! Temos assim toda a família de férias!

O primeiro dia foi fabulástico! A pequena nunca havia ido ao Jardim Zoológico e o pai há muito o prometera. Não foi tarde nem cedo: fomos todos ao Zoo de Lisboa

Um reparo para a inexistência de Bilhete de Família. É francamente pesado visitar o Zoo em família em que a partir dos 13 anos os bilhetes custam 20,50 € e o preço entre os 3 e os 12 anos é de 14,50 €. Pesadíssimo.

Reparo feito, foi um dia fantástico para todos. A pequena vibrou, entre outros, com os golfinhos. A visita terminou com uma viagem de teleférico e um gelado da Olá. Dia cheio !


No dia seguinte foi dia de cinema. Almoço no McDonald´s para alegria dos miúdos e depois o novo filme dos Smurf´s, A Aldeia Perdida.

Hoje, o pai apresentou uma Palestra sobre o Plano de Vida - Missa, Oração e Terço, num Retiro que decorre em Telheiras. Foi um trabalho que preparou ao longo de um mês e, com a graça de Deus, de acordo com o feedback recebido, correu bem. Glória a Deus!

Os dias têm sido bons, bem vividos com alegria e cumplicidade que se exige numa família cristã e se Deus quiser assim continuarão. E podem e devem ser bons sem nos afastarmos do tempo que estamos a viver. Procuramos simultâneamente viver bem e conscientemente estes dias que antecedem a Páscoa.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Em Tua casa - Crónicas de uma família católica



Caros amigos, já está disponível online, e brevemente nas bancas, o livro Em Tua Casa da nossa Teresa Power.


O livro parte das histórias do blogue Uma Família Católica, mas não só! 


Também conta muitas histórias inéditas!

Quem gosta de ler os blogues sobre família tem aqui um excelente meio de edificação pessoal e familiar.

Lembram o nosso post recente sobre serões em família? Por que não a leitura deste livro?? 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

BOLO!! 2º Aniversário do Blogue

2º Aniversário

Depois de há um ano termos celebrado o primeiro aniversário do nosso blogue temos o gosto de voltar a anunciar a celebração de mais um aniversário deste projecto, com muitas publicações, muitas visitas e tudo em torno da FAMÍLIA.

Viva a Família e um enorme OBRIGADO A TODOS os que nos visitam e animam a prosseguir.



sábado, 1 de abril de 2017

Rezar com o Carmelo de Fátima


Queridos amigos, tínhamos de partilhar convosco esta novidade. Sabeis o nosso amor ao Carmelo de Fátima e às Carmelitas. Então, partilhamos este tesouro convosco. 



Doravante é possível rezar Laudes (08:30H) e Vésperas (18:15H) com as Irmãs Carmelitas Descalças de Fátima por via de um link: CLICAR AQUI.

Se era uma profunda riqueza e alegria conseguirmos, a qualquer momento, estar em directo com a Capelinha (com especial foco às 21H para a oração do Terço), imaginais o quão felizes ficámos ao saber hoje esta novidade de podermos rezar em directo com as Irmãs que tanto queremos e amamos. 

É uma enorme graça, um tesouro extraordinário que nunca poderíamos guardar para nós. 
Partilhamo-lo alegremente convosco.

Uma partilha mais. As Irmãs dizem que ao Sábado (hoje!!) é muito bonito, uma vez que cantam com o Padres Carmelitas e entoam o cântico Salvé Regina a Nossa Senhora.

Esperando que fiquem tão felizes quanto nós, um até breve da FEM

quarta-feira, 29 de março de 2017

Os tribunais eclesiásticos

Uma curtíssima reflexão sobre a constituição dos tribunais eclesiásticos nas dioceses. Salvo melhor opinião, entendemos que os advogados católicos que queriam ou estejam disponíveis para prestar serviço à comunidade por via da integração ou acreditação nos tribunais eclesiásticos deverão ter os estudos, a sua formação, paga pela própria diocese que beneficiará com o seu serviço. 

Isto porque, para se estar acreditado nos tribunais eclesiásticos, carece (e bem) de formação, isto é, implica uma pós-graduação em direito canónico.

 Até aqui, tudo dentro da normalidade. O estranho, segundo nos informámos, é que a pós-graduação, que é cara, corre a expensas dos causídicos, ou seja, os advogados que se disponibilizem para o efeito terão de suportar os custos da sua própria formação e servirão, à priori,  pro bono - que significa pelo bem público ou em benefício do público -, a comunidade no futuro. Não se afigura justo. 

Entendemos que, das duas uma: ou as dioceses assumem capacidade e formam (se tal for viável, situação que ignoramos), ou as dioceses suportam os custos da pós-graduação em causa aos advogados que seriam escolhidos/propostos pelas paróquias, de acordo com critérios adequados que visem o perfil para desempenhar a função. É uma sugestão que aqui deixamos.

Entendemos, por último, que não deverão os sacerdotes substituir esta função de ouvir e enquadrar juridicamente o caso concreto porque, salvo excepções, não são juristas e, aqui sem excepção, não são casados, situação que nos parece exigível para melhor compreensão e juízo. A função dos sacerdotes, salvo melhor opinião, que respeitamos, será o encaminhamento das pessoas aos advogados acreditados nos tribunais eclesiásticos.

domingo, 26 de março de 2017

Serão de leitura em família

O ideia que temos de um serão em família não é, certamente, uma família muda a olhar para a televisão enquanto passa a telenovela.

Um serão em família é algo diferente, mas necessário.
Há um sem número de propostas para as famílias, promovendo a unidade, identidade e edificação.

O serão enquadra-se perfeitamente porque congrega. Mas que propomos? O que nos propuseram: uma noite de leitura, uma noite de leitura por semana, com a família junta, unida e focada.

Temos, actualmente, dois livros adquiridos para este fim. Não podiam ser muito infantis nem com contexto fora da idade da filha mais nova. Com esta ideia definida, fomos à Bertrand. 

Temos tudo para o serão familiar que se repetirá muitas noites. Nós, o Verdi, a lareira (ou não) e o livro.

Acresce a magia que sai das páginas dos contos que, certamente, fará com que os miúdos aprendam a gostar da leitura.

Propomos a quem nos lê esta meta: desligar a televisão uma vez por semana e, reunida a família, agarrar num livro (os clássicos, por exemplo) e lê-lo. Saborear o momento que será, lá mais à frente, quando eles forem homens e mulheres, recordado e repetido. É uma certeza. 

A este bom hábito chama-se educar

sábado, 25 de março de 2017

Não emigrámos!

Queridos amigos,

Queremos pedir desculpa pela nossa ausência. Efectivamente temos publicado poucos textos sobre nós ou sobre temas que visam a família. Não é por falta de assunto, pois o que não faltam são assuntos. Todavia, estamos a frequentar um curso para casais, o pai prepara uma palestra e estivemos muito envolvidos numa conferência, razão pela qual não temos estado tão presentes.

Mas iremos estar, com toda a certeza. Ainda com pendências, mas procuraremos estar por aqui com mais assiduidade, como no passado.

Curiosamente também as visitas diárias decrescem. É uma consequência inevitável. As pessoas vêm uma e outra vez e verificam o mesmo texto e pensam que emigrámos. Não, estamos por cá.

Até já! 

domingo, 19 de março de 2017

Professor Fraústo Ferreira em Conferência


O Professor José Fraústo Ferreira estará esta Quinta-feira, 23 de Março, na Paróquia de Pinhal de Frades para uma conferência sobre Como Educar no Século XXI.


A conferência terá início pelas 21 Horas.

A não perder.

sábado, 18 de março de 2017

A história de João, o leiteiro


Há uma história maravilhosa sobre João, o leiteiro.

Passou-se no Patronato de Santa Isabel. 

Um tal de João repartia pelo bairro os seus cântaros de leite com um carro de mão. O Padre Josemaria Escrivá que naquela hora estava no confessionário, ouvia todos os dias um ruído que quebrava o silêncio da manhã. 

Era o ruído típico daqueles antigos cântaros de leite. Até que um dia saiu para ver de que se tratava e encontrou à porta da igreja o João com os seus cântaros de leite. 

Todos os dias, ali mesmo à entrada da porta, dizia: Jesus, aqui está o João, o leiteiro.


Nessa data, o Padre Josemaria passou o dia a dizer a seguinte jaculatória: Senhor, aqui está este desgraçado, este sacerdote desgraçado que não te sabe amar como João, o leiteiro.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Momentos de Qualidade



Mais importante que escrever, é fazer. Mais importante que idealizar, é concretizar.
Este fim de semana fomos à Ópera, no âmbito da temporada lírica 2016/17 do Teatro Nacional de São Carlos


Há muitos meses que os bilhetes de Tristan und Isolde, de Wagner, estavam comprados. Isto porque, segundo a máxima, os bons momentos preparam-se.

Assim foi. Com a cooperação da família os meninos ficaram muitíssimo bem entregues libertando os pais para cinco horas fantásticas de boa ópera num elenco onde destacamos, necessariamente, Elisabete Matos como Isolde.

É muito bom que os denominados momentos de qualidade façam parte da vida dos casais e estas saídas, ainda que preparadas com a devida antecedência, ocorram com regularidade. Não o fazer é deixar que aquele virus que costuma corroer silenciosamente os casais, a rotina, deles tome conta até um desgaste tal que por vezes, infelizmente, se torna irreversível. 

sábado, 11 de março de 2017

Vitamina L



Queres ser bom pai? 
Sê bom marido. Ama muito a tua mulher.

Queres ser boa mãe? 
Sê boa esposa. Ama muito o teu marido.

O primeiro modo de amar os filhos é cuidar de amar muito o nosso cônjuge.

sábado, 4 de março de 2017

Pequenos almoços de Sábado


Bom dia!

O ritual repete-se. Todos os Sábados têm um pequeno almoço diferenciado e diverso dos tomados na azáfama da semana.

A pirralha mais pequena levanta-se mais cedo e caminha para a porta do quarto dos pais e fica de vigia como quem diz "não deixo que adormeçam"


Concretizado o levantar é hora de prosseguir. A mãe leva o Verdi à rua e o pai veste-se e mete-se no carro para ir comprar o jornal Expresso, beber café e trazer os pastéis de nata para o pequeno almoço da família.

Quando chega a casa é a festa da pequenada, deserta por beber o "leite quentinho com um pastel de nata".

Bem sabemos que é coisa pequena. Mas a alegria nem sempre reside nas coisas grandes.

E tanto assim é que, enquanto eram escritas estas linhas, a filhota do meio veio dar um beijo com um sorriso e agradeceu o bolo. Respondemos que não tinha de agradecer pese embora gostemos de o ouvir pois educamo-los  a serem agradecidos até nas pequenas coisas. 

Reiteramos, a alegria não reside nas grandes coisas. Pequenos gestos de amor fazem bem mais. Estes pequenos almoços de Sábado são sempre prazerosos e o ritual é parte integrante. Até a espera pelo pai é gostosa. Pequenas coisas, grandes sorrisos. Tudo isto contribui para a harmonia da família.